A Intel pretende colocar no mercado os primeiros processadores com arquitetura Nehalem em outubro, com o codinome Clarksfield.
Assim como o Core i7, ele também será quadri-processado, mas dissipará menos da metade do calor o sistema Thermal Design Power.
Porém, alguns fabricantes se arriscam a produzir notebooks com o Core i7 atual, desenvolvido para desktops. O resultado, entretanto, pode decepcionar bastante, especialmente quem precisa efetivamente de mobilidade.
Isto porque o processador consome cerca de 130 watts, o que exige um sistema de resfriamento mais potente. Em um notebook, com pouco espaço para os componentes, a tarefa é complicada.
Nos EUA, a Falcon Northwest, AvaDirect e Alienware têm portáteis com o processador mais potente da Intel. Para isso, são grandes, pesados e precisam de diversos ventiladores para refrigerar o sistema. Além disso, a bateria tem duração curta, de não mais do que 2 horas.
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