terça-feira, 24 de novembro de 2009

Tecnologia móvel baseada em Wi-Fi pode popularizar banda larga

Uma nova tecnologia de acesso banda larga sem fio chega ao mercado com a proposta de reduzir o preço das conexões e atender usuários que estão em áreas carentes de infraestrutura. É a Wireless Broadband Access (WBA) baseada em Wi-Fi, que foi lançada pela empresa norte-americana Ruckus Wireless e que já está disponível para provedores brasileiros interessados em construir redes alternativas ao DSL, 3G e WiMax.

Segundo a empresa, com a solução WBA é possível oferecer ao usuário final conexões com velocidades de até 300 Mbps a 30 reais por mês. O preço competitivo é em razão de o custo para construção da infraestrutura ser mais baixo que o das redes baseadas em outras tecnologias. Em comparação com WiMax, o investimento chega a ser cinco vezes menos, garante a empresa.

Com esse apelo, Robert Mustarde, vice-presidente mundial de vendas da Ruckus, acredita que a tecnologia WBA é uma alternativa para os países emergentes aumentarem a taxa de penetração da banda larga. Ele observa que os usuários querem acesso internet em qualquer lugar e que há uma demanda reprimida. Em visita ao Brasil, o executivo observou que 3G ainda não cabe no bolso de muitos consumidores.

Internet pré-paga
Andre Queiroz, diretor da Ruckus para América Latina, afirma que com o WBA deverão surgir no Brasil novos provedores de acesso à internet sem fio, oferecendo o serviço com novo modelo de negócio. “Eles poderão ofertar banda larga no modelo pré-pago”, diz o executivo.

Apesar de concorrer com outras tecnologias de acesso em banda larga, Queiroz diz que o sistema WBA pode ser usado pelas teles e operadoras de cabo para complementar seus serviços. “As operadoras podem usar Wi-Fi para desafogar o tráfego 3G em algumas áreas”, afirma.

A tecnologia de acesso banda larga da Ruckus foi lançada no mercado mundial na semana passada. A solução é baseada nos padrões Wi-Fi 802.11g e 802.11n.

Segundo Queiroz, a instalação de pontos de acesso (APs) WBA não exige frequência licenciada. A solução pode ser usada em condomínios e para oferecer cobertura em áreas públicas com até 5 milhões de habitantes. Uma região com 15 pontos de acesso tem capacidade para atender até 3 mil residências, completa.


Office 2010 Beta pelo Click-to-Run tem problemas

A Microsoft liberou as versões beta do Office 2010 Home and Business no final de semana, bem como a opção de ver um preview da suíte utilizando uma nova tecnologia de download por streaming.

Este é o segundo beta que a Microsoft torna disponível para o público em geral e chega logo após o anúncio da liberação para testes do Office Professional Plus 2010, feita durante a PDC09, conferência para desenvolvedores realizada na semana passada, em Los Angeles (EUA). E o lançamento ocorre três dias depois do envio de convites para que um pequeno grupo de usuários conclamando-os a testarem a versão Home and Business da suíte.

>> Clique aqui para baixar o Office 2010 Beta Home and Business
>> Tudo que você precisa saber sobre o Office 2010

O preview oferece ao público em geral a chance de experimentar uma das três edições que a Microsoft vai enviar para o varejo, incluindo o Word, Outlook, Excel, PowerPoint e OneNote.

A empresa ainda não definiu o preço das versões do Office 2010 nem a data exata do seu lançamento comercial. Tudo que se sabe, por enquanto, é que isso acontecerá em algum momento durante a primeira metade do próximo ano.

A Home and Business são os primeiros besta do Office 2010 que a Microsoft apresenta por meio do Click-to-Run. Trata-se de um sistema que faz streaming de partes da suíte enquanto os usuários começam o download, permitindo trabalhar com as ferramentas em poucos minutos.

Enquanto os usuários estão com um trial do aplicativo, o restante do código é baixado na retaguarda (background). A tecnologia também coloca a Home and Business em um ambiente de virtualização, separando-o do restante do Windows ao executar os aplicativos do Office em um drive virtual “Q”.

A Microsoft reconhece que a tecnologia tem problemas, embora o Click-to-Run possibilite aos usuários terem acesso ao beta em um PC sem que as aplicações atualmente instaladas no sistema sejam afetadas – a única exceção é o Outlook porque apenas uma versão do cliente de e-mail pode estar em execução em uma determinada máquina.

Segundo post (em inglês) publicado no blog do time de engenharia do Office, os usuários podem se deparar com alguns add-ons da suíte que não funcionam na versão do software entregue por meio do Click-to-Run. “Em alguns casos, complementos podem encontrar problemas em localizar os produtos do Click-to-Run no sistema, ou então enfrentarem problemas de comunicação com os produtos do Office quando estão sendo rodados no ambiente virtual”, admite o time de desenvolvimento da ferramenta.

Produtos Click-to-Run como a Home and Business e o Office também diferem da maneira tradicional do processo de atualização (patching) da Microsoft. Em vez disso, fazem atualizações automáticas e sem qualquer aprovação dos usuários. “É produto atualiza-se automaticamente no background”, informa o post.

A versão beta do Office 2010 Home and Business está disponível apenas nos idiomas inglês, chinês, francês, alemão, japonês, russo e espanhol.

Hackers descobrem como usar Magic Mouse, da Apple, em PCs com Windows

magic_mouse_150.jpgO Magic Mouse, novo mouse da Apple (o primeiro com superfície sensível ao toque), desenvolvido apenas para computadores Apple, também pode ser utilizado por usuários de Windows.

O site de tecnologia uneasysilence.com descobriu um jeito de hackear o periférico, utilizando a recente atualização de Bluetooth da Apple, que contém os drivers de 32 e 64 bits do Magic Mouse. Os drivers para o Windows foram extraídos com o uso do programa WinRar.

>> Leia a matéria completa na Macworld.


segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Tela de LED tem 280 polegadas e é 3D

A Sony mostrou no último final de semana um display LCD com backlight de LED com incríveis 280 polegadas, ou cerca de 7 metros de comprimento na diagonal. A apresentação foi durante a feira International Broadcast Equipment Exhibition 2009, no Japão, que teve como principal foco as soluções em três dimensões voltadas para o mercado profissional.

A super TV é chamada pela Sony de 3D LED Wall, e na verdade é feita da junção de 70 telas de LCD de LED, colocadas lado a lado, formando um painel (ou video wall) de 6,4 metros de largura por 3,4m de altura, totalizando as 280 polegadas.

O 3D LED Wall tem uma finalidade bem específica, como você pode ver clicando neste link aqui: a exposição de marcas e produtos em áreas públicas, como aeroportos e shopping centers. Até por isso, ela não teve o seu preço divulgado, embora já se fale em compradores no Japão e na América do Norte.

Philips respira e lança TV de LED

philips_tela_9704_LED

Por Ricardo Marques

Eu, você e todo mundo que acompanha o mercado de tecnologia, mais especificamente o de TVs, sabemos que a holandesa Philips tirou o pé do acelerador nos últimos tempos. Não fosse pelo televisor com tela 21:9, apresentado com exclusividade aos jornalistas convidados, talvez não tivéssemos muito o que noticiar a respeito da empresa do país dos tamancos de madeira.

A boa nova é que eles acabaram de anunciar no Reino Unido a linha 9704 LED Pro, composta, a princípio, por dois TVS de LCD com backlight de LED e especificações de gente grande.

Os modelos possuem 40 (40PFL9704) e 46 (46PFL9704) polegadas, taxa de contraste de 5.000.000:1, de atualização de 200Hz e tempo de resposta de 1ms. Além disso, elas são fartas em conexões, sendo cinco HDMI. Os dois LCD de LED chegam às lojas na primeira semana de dezembro, e têm preços sugeridos de US$ 2.969 (40 polegadas) e US$ 4.124 de (46 polegadas). Será que os LCD/LED da Philips chegam ao

Twelve South apresenta BassJump, um subwoofer criado especificamente para MacBooks

A Twelve South realmente cria produtos diferenciados. Basta olhar pro BackPack e pro BookArc, ambos comentados anteriormente no MacMagazine, e agora para o novo BassJump, um subwoofer criado especificamente para MacBooks (incluindo modelos Pro e Air, é claro).

BassJump

Com um visual bastante diferenciado, este subwoofer é super portátil e funciona conectado à porta USB. A ideia é aprimorar bastante o som dos laptops da Apple, que pecam em frequências baixas e médias. Um software especial permite todo o controle do aparelho pelo usuário.

O BassJump tem preço sugerido de US$80 nos Estados Unidos. Ele mede 57×127x127 milímetros e pesa apenas 640 gramas.

[via swissmiss]

Nova versão do Opera traz recurso para compartilhar dados do PC

A norueguesa Opera lançou nesta segunda-feira (23/11) uma nova versão de seu navegador. O Opera 10.10 vem com uma tecnologia que permite compartilhar conteúdo pessoal entre vários dispositivos de acesso.

O recurso, chamado Opera Unite, é oferecido como padrão no Opera 10.10.

Para que isso fosse possível, a Opera empacotou em um só programa um navegador e um servidor web.

A ideia, segundo a empresa, foi "desafiar o senso comum" de compartilhar arquivos na web com métodos "parcialmente privativos".

No documento de lançamento a empresa afirma, em tom de manifesto, que com o Opera 10.10 "nós seremos cidadãos iguais na web".

"Em vez de receber dados, nossas máquinas podem agora mandá-las para o mundo", completa.

Login exigido
Para usar o Opera Unite, o usuário deve criar uma conta no site da Opera. Uma vez que tenha login e senha, ele já poderá sincronizar seus arquivos entre PCs.

Uma aplicação do Opera Unite consiste em transformar seu PC em uma jukebox online. A partir de qualquer navegador será possível ouvir as músicas armazenadas no computador com Opera.

Outra novidade do Opera 10.10 é a tecnologia de compressão Turbo, para melhorar a experiência de navegação em conexões lentas.

Na interface, uma novidade são as "tabs visuais", em que cada aba aberta ganha uma imagem em miniatura do site acessado.

O uso do Opera Unite pode levantar questões sobre segurança, mas a empresa diz que o recurso só dá acesso para os arquivos e pastas determinados pelo usuário.

O Opera 10.10 está disponível para windows, Mac OS, Linux (x86 64 bits, PowerPC e i386), FreeBSD (i386 e AMD64) e Solaris (Sparc e Intel).


Nova tecnologia de acesso sem fio promete popularizar banda larga

Uma nova tecnologia de acesso banda larga sem fio chega ao mercado com a proposta de reduzir o preço das conexões e atender usuários que estão em áreas carentes de infraestrutura. É a Wireless Broadband Access (WBA) baseada em Wi-Fi, que foi lançada pela empresa norte-americana Ruckus Wireless e que já está disponível para provedores brasileiros interessados em construir redes alternativas ao DSL, 3G e WiMax.

Segundo a empresa, com a solução WBA é possível oferecer ao usuário final conexões com velocidades de até 300 Mbps a 30 reais por mês. O preço competitivo é em razão de o custo para construção da infraestrutura ser mais baixo que o das redes baseadas em outras tecnologias. Em comparação com WiMax, o investimento chega a ser cinco vezes menos, garante a empresa.

Com esse apelo, Robert Mustarde, vice-presidente mundial de vendas da Ruckus, acredita que a tecnologia WBA é uma alternativa para os países emergentes aumentarem a taxa de penetração da banda larga. Ele observa que os usuários querem acesso internet em qualquer lugar e que há uma demanda reprimida. Em visita ao Brasil, o executivo observou que 3G ainda não cabe no bolso de muitos consumidores.

Internet pré-paga

Andre Queiroz, diretor da Ruckus para América Latina, afirma que com o WBA deverão surgir no Brasil novos provedores de acesso internet sem fio, oferecendo o serviço com novo modelo de negócio. “Eles poderão ofertar banda larga no modelo pré-pago”, diz o executivo.

Apesar de concorrer com outras tecnologias de acesso banda larga, Queiroz diz que o sistema WBA pode ser usado pelas teles e operadoras de cabo para complementar seus serviços. “As operadoras podem usar Wi-Fi para desafogar o tráfego 3G em algumas áreas”, afirma.

A tecnologia de acesso banda larga da Ruckus foi lançada no mercado mundial na semana passada. A solução é baseada nos padrões Wi-Fi 802.11g e 802.11n.

Segundo Queiroz, a instalação dos access points WBA não exige freqüência licenciada. A solução pode ser usada em condomínios e para oferecer cobertura em áreas públicas com até 5 milhões de habitantes. Uma região com 15 pontos de acesso tem capacidade para atender até 3 mil residências, completa.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Rumor: novo iPod touch chegando em dezembro?

Não tem pra onde correr: a terceira geração do iPod touch ainda está chegando, e evidências mostram que os novos modelos lançados no início de setembro (sim, os que só agora aterrissaram no Brasil) poderiam ter saído com uma câmera embutida. Já pintaram no mercado até mesmo novas cases específicas para o aparelho, mas, em se tratando de Apple, nada é definitivo.

iPod touch (Late 2009)

Recentemente, em entrevista para o Gizmodo, Phil Schiller deu a entender que a Apple não lançaria novos produtos em 2009, mas o comentário foi muito vago, completamente não-oficial e, mesmo assim, a Apple em si não tem comprometimento com ninguém ao afirmar algo desse tipo.

Citando contatos com “fontes confiáveis”, o iPhone Alley divulgou ontem que a firma de Cupertino está mesmo se preparando para lançar uma nova geração de iPods touch já até o mês que vem, em tempo das festas de final de ano. Se isso for verdade, é capaz que finalmente vejamos a chegada de um modelo com câmera embutida.

Apesar de eu achar completamente sem nexo quando consumidores reclamam de lançamentos pouco tempo depois de terem adquirido determinado produto (pensando assim, nós nunca compraríamos nada), considero o espaço entre lançamentos, neste caso, curto demais. Em uma situação normal, eu não diria que a Apple esperará até setembro de 2010, mas apostaria num lançamento mais para fevereiro ou março do ano que vem.

Governo federal pretende lançar o programa 'Bolsa Celular'

O Ministério das Comunicações quer criar um programa que oferecerá aparelho celular e sete reais em créditos pré-pagos todo mês para famílias de baixa renda cadastradas no programa Bolsa Família, programa de transferência direta de renda voltado para famílias com renda mensal, por pessoa, entre 70 reais e 140 reais. Ao todo, 11 milhões de famílias em diversas localidades participam do projeto.

O governo ofereceria desoneração tributária do imposto Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações), e as operadoras dariam o aparelho e o crédito mensal a essas famílias. O fim da cobrança do Fistel vem sendo solicitado pelas operadoras móveis constantemente nos últimos meses. As empresas dizem que a isenção do tributo seria condição essencial para o lançamento de ofertas de banda larga popular.

De acordo com o sócio-diretor da consultoria Teleco, José Luis de Souza, a iniciativa é interessante para as operadoras porque o usuário da "Bolsa Celular" receberia ligações, o que aumentaria a receita das teles com interconexão. Além disso, a própria isenção do Fistel é um aspecto motivador, porque em média, o valor mensal creditado por usuários de linhas pré-pagas é inferior aos sete reais de crédito contemplados pelo programa.

Souza acredita que Governo e operadoras devem negociar também um plano especial para atender às famílias do "Bolsa Celular", já que, pelos cálculos da Teleco, o minuto de chamada local em telefones pré-pagos custa, em média um real. "Quase ninguém paga isso, porque compra-se planos promocionais, que devem ser negociados neste caso", afirma o consultor

Souza também avalia que a inclusão da cobertura de rede nos municípios onde parte dos usuários do Bolsa Família vive já ocorreria, devido às metas de cobertura de terceira geração. "Muita coisa a 3G já cobriu", diz.

Em comunicado, a TIM informou que conversa com o Ministério das Comunicações desde setembro sobre a proposta. No entanto, a viabilização do projeto e as contrapartidas das companhias e do governo estão ainda em discussão.

A Vivo disse, também por meio de comunicado, que "vê com interesse qualquer proposta que beneficie a universalização do acesso às telecomunicações móveis no Brasil, desde que sempre considerada a sustentabilidade econômica do setor". Segundo a operadora, a desoneração tributária é uma boa forma de se estabelecer esse equilíbrio.

Já a Oi afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que apoia toda proposta de inclusão digital e desoneração de impostos. No entanto, não conhece detalhes do "Bolsa Celular" para comentar a iniciativa. A Claro não respondeu à solicitação de entrevista do Computerworld até a publicação desta reportagem.

domingo, 1 de novembro de 2009

Apple atualiza toda a sua linha de desktops domésticos com novos iMacs e Macs mini

iMacComo previsto, Apple anunciou hoje updates para as suas linhas de iMacs e Macs mini, com um modelo mais acessível de iMac de 24 polegadas e um Mac mini com gráficos integrados mais poderosos — pudera, ele não era atualizado desde agosto de 2007!

Um novo iMac de 24″ será oferecido pelo mesmo preço do anterior de 20″ — US$1.500 —, trazendo um monitor 30% maior, duas vezes a RAM e o dobro de armazenamento interno.

Proporcionando uma performance gráfica cinco vezes melhor, o novo Mac mini traz agora os mesmos gráficos integrados NVIDIA GeForce 9400M da família de MacBooks unibody. Trata-se do desktop com melhor eficiência de energia da Apple, usando menos de 13W de força quando em espera.

Novo iMac

A linha de novos iMacs começa com um modelo de 20″ por US$1.200, trazendo um processador Intel Core 2 Duo de 2,66GHz, 2GB de memória DDR 1.066MHz, disco rígido Serial ATA de 320GB e gráficos integrados NVIDIA GeForce 9400M.

iMac

O iMac de 24″, com uma resolução de 1920×1200 pixels, pode vir com um processador Intel Core 2 Duo de 3,06GHz, 4GB de memória DDR3 1.066MHz, disco rígido Serial ATA de 640GB ou 1TB e uma variedade de tecnologias gráficas, desde a NVIDIA GeForce 9400M até gráficos dedicados NVIDIA GeForce GT 130 ou ATI Radeon HD 4850 (aê! De volta!!) para a melhor performance possível.

Todos os iMacs possuem um display brilhoso (glossy) com câmera iSight embutida, microfone e alto-falantes num design de vidro bem fino, acabado em alumínio. A nova geração também traz um conector Mini DisplayPort para conexão com os novos LED Cinema Displays de 24″, AirPort Extreme 802.11n embutido, Bluetooth 2.1+EDR, Gigabit Ethernet, um total de seis portas USB 2.0 (incluindo duas no Apple Keyboard) e uma porta FireWire 800.

Novo Mac mini

Disponível a partir de US$600, o novo Mac mini mede 16,5×16,5×5 centímetros e estará disponível em dois modelos, um deles com processador Intel Core 2 Duo de 2GHz, até 4GB de memória DDR 1.066MHz, disco rígido Serial ATA de até 320GB, cinco portas USB 2.0 (confirmado!), uma FireWire 800 e um SuperDrive.

Mac mini (frente)

Mac mini (trás)

Com seus novos gráficos integrados NVIDIA GeForce 9400M e conexões Mini DisplayPort ou DVI, o Mac mini pode agora trabalhar com dois monitores da Apple ou de terceiros simultaneamente.

Mac mini e LED Cinema Display

iMac de ladoPreocupação ambiental

Dando sequência ao comprometimento da Apple com o meio ambiente, ambos os novos iMacs e Macs mini estendem a sua liderança em design “verde”. As máquinas atendem a todos os requerimentos Energy Star 4.0 com folga e já pioneirizam a adoção dos novos padrões Energy Star 5.0, que passarão a valer ainda este ano.

Os novos desktops utilizam componentes internos livres de PVC e cabos que não contêm retardantes de chama brominados, ambos com sistemas que fazem um uso eficiente de materiais e com designs de embalagens que utilizam materiais altamente recicláveis. Os iMacs e Macs mini se juntam à nova família de MacBooks unibody, ambos conquistando o estado EPEAT Gold.